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A APIC – Associação Portuguesa dos Industriais de Carnes irá realizar, no próximo dia 12 de setembro, na Praça do Beato, em Lisboa, o seu Seminário Anual, este ano subordinado ao tema “Festa das Carnes”.

O evento contará com a presença do Senhor Secretário de Estado da Agricultura, Eng. João Moura, bem como de um notável painel de oradores, incluindo médicas e nutricionistas, num debate moderado pelo jornalista e crítico gastronómico Edgardo Pacheco.

Para além da componente de reflexão e debate, a “Festa da Carne” será também uma oportunidade para celebrar a carne enquanto alimento, através de uma degustação de quatro pratos de carne [Bovino, Ovino, Caprino e Suíno], confecionados pelo Chef Vítor Sobral.

A inscrição no evento tem o valor de 15€ por participante, incluindo a participação no seminário e a degustação dos quatro pratos de carne.

Contamos com a vossa presença neste momento de encontro, partilha e valorização do setor das carnes.

Consultar programa aqui e menu aqui.

Agradecemos a confirmação da participação através do email sec@apicarnes.pt, até ao dia 4 de setembro.

Consultar o Press Release aqui.

 

 

 

 

A APIC, em parceria com a DGAV e a Câmara Municipal da Mealhada, irá realizar, no próximo dia 17 de setembro de 2026, o Workshop “Aditivos e Contaminantes em Produtos Cárneos”.

A iniciativa terá lugar no Auditório do Espaço Inovação da Câmara Municipal da Mealhada, com início às 14h30, e pretende proporcionar um momento de atualização e esclarecimento sobre matérias de particular relevância para o setor.

O programa inclui intervenções sobre:

  • Alterações do Regulamento (CE) n.º 1333/2008 para produtos cárneos;
  • Aditivos em produtos à base de carne e preparados de carne;
  • MOSH e MOAH em produtos cárneos;
  • Sessão final dedicada ao esclarecimento de dúvidas.

Consideramos esta uma oportunidade relevante para os nossos associados acompanharem as recentes alterações regulamentares e esclarecerem questões relacionadas com a utilização de aditivos e a presença de contaminantes nos produtos cárneos.

À semelhança do que tem sido prática em iniciativas anteriores, a participação será gratuita para os associados da APIC.

Para não associados, o workshop tem o custo de 35€ por pessoa.

mas terão de se inscrever em:   sec@apicarnes.pt

Consulte o programa completo aqui e reserve já esta data na sua agenda.

 

Voltamos a promover o Workshop sobre HACCP e flexibilidade associada, com o objetivo de reforçar a partilha de conhecimento, a reflexão técnica e o diálogo construtivo entre os diversos intervenientes do setor.

Por conseguinte, APIC irá organizar a próxima sessão de formação sobre HACCP e flexibilidade associada, no dia 25 de setembro de 2026, no Auditório da APORMOR, em Montemo-o-Novo convidando-vos a participarem. 

O Workshop é organizado em parceria com a DGAV – Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, enquanto autoridade nacional, o que constitui uma mais-valia relevante para a qualidade técnica e institucional do evento.

A participação é gratuita [apenas para os associados] e aberta a entidades e profissionais dos setores público e privado, promovendo um espaço de discussão saudável, colaborativa e enriquecedora para todos os participantes.

Os participantes não associados terão uma inscrição simbólica de 35€.

Estamos convictos de que esta iniciativa representará uma excelente oportunidade para atualização de conhecimentos, esclarecimento de questões práticas e fortalecimento da cooperação institucional.

Agradecemos a sua inscrição e confirmação de presença através  do envio da seguinte informação    [Nome, Cargo, Entidade, Contacto] para: sec@apicarnes.pt

Consulte o programa completo aqui e reserve já esta data na sua agenda.

       

Dando continuidade à dinâmica que temos vindo a promover, retomamos o formato das Reuniões Gerais com Empresas Associadas e Empresas Não Associadas, com o objetivo de reforçar a proximidade, a participação e a representatividade do setor.

A APIC conta atualmente com 143 empresas associadas. No entanto, é fundamental continuarmos a reforçar a nossa representatividade e, consequentemente, a nossa capacidade de intervenção e de defesa dos interesses do setor junto das entidades governamentais. Este objetivo só será plenamente alcançado se a APIC conseguir representar uma parte significativa, idealmente a maioria, das empresas do setor.

Neste sentido, solicitamos que reservem desde já na vossa agenda o dia 29 de outubro de 2026, data em que terá lugar uma nova Reunião Geral da APIC, aberta a empresas associadas e não associadas.

O encontro decorrerá no centro do país, no Restaurante Adega Casa de Sarmento, na Mealhada.

Gostaríamos ainda de expressar o nosso agradecimento à EUROABATE, empresa patrocinadora deste evento, que gentilmente proporcionará aos participantes um almoço, com início previsto para as 12h30.

A Reunião Geral terá início pelas 14h30.

A respetiva Ordem de Trabalhos será divulgada oportunamente, mais próximo da data do evento.

A participação de cada empresa é fundamental para reforçarmos a nossa voz e defendermos, de forma cada vez mais eficaz, os interesses do setor.

Contamos, por isso, com a vossa presença e participação ativa. Aproveitamos igualmente para vos convidar a partilhar este convite com empresas parceiras e outras empresas do setor, incentivando-as a participar nesta reunião e a conhecer melhor o trabalho desenvolvido pela APIC.

Quanto maior for a nossa representatividade, maior será a nossa força e capacidade de intervenção.

Contamos convosco no dia 29 de outubro.

Inscrevam-se em: sec@apicarnes.pt

 

Seminário MAPA para 2026
3 novembro 2026, 14.30h

Local: Confagri, Lisboa

Os Agricultores são Ambientalistas

É com grande satisfação que a/o convidamos a participar no Seminário do MAPA –Movimento Ambiente e Produção Alimentar, onde serão abordados e debatidas questões cruciais sobre a importância dos profissionais do mundo rural, sublinhando o papel do Agricultor/Produtor como agente ativo na preservação ambiental e numa produção responsável.


Contamos com a sua presença e participação neste fórum, para que, em conjunto, possamos partilhar ideias que contribuam para a construção de um futuro mais sustentável.

Solicitamos a sua confirmação da sua presença
até dia 31 de outubro, através do e-mail: info@mapa.com.pt

Consultar o programa aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Partilhamos o décimo terceiro episódio, com a empresa associada da APIC, FTD - Alimentação, SA. em parceria com o Chef Vitor Sobral. Assista aqui.

Neste episódio as receitas são:

  • Choco, favas e enchidos regionais - Consultar aqui
  • O meu cozido à portuguesa - Consultar aqui

Tabela Nutricional

  • Choco, favas e enchidos regionais - Consultar aqui
  • O meu cozido à portuguesa - Consultar aqui

Componente nutricional - Consultar aqui

 Ver Mais Episódios Aqui

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Dizia-me uma jornalista em conversa que o vegetarianismo é uma crença. Acabei por concordar. O vegetarianismo é mais que uma crença, é quase uma religião, mas sem a origem divina.

E porquê? Porque creem/acreditam que a alimentação à base de vegetais [não irei debruçar-me sobre os vários tipos de vegetarianismo, não é relevante para este texto], que os salvará, tal como os crentes na religião [não pretendo fazer nenhum critica à fé].

Comecemos a analogia identificando a mesma metodologia da religião [sem origem na fé divina], em ambos, vegetarianismo e religião, são procurados adeptos, o verdadeiro proselitismo, tal como identificado por Juan Pascal no seu livro (Razões para ser omnívoro: pela tua saúde e a do planeta, página 45). Os vegetarianos sempre que têm oportunidade insistem na conversão dos omnívoros em vegetarianos, face à forte convicção de que apenas os vegetarianos são ambientalistas.
Na verdade, por vezes até nos querem fazer sentir (os omnívoros) escorraçados por não estarmos preocupados com o ambiente, já que não assumimos estas práticas de alimentação restrita a vegetais.
Os vegetarianos não se limitam a informar sobre as “vantagens” do vegetarianismo, mas sim exercem quase que uma intimidação para nos convertermos, na forte convicção de que o vegetarianismo pode salvar o mundo!
O modus operandis é o mesmo da religião- a atração de novos seguidores!

Por outro lado, profetizam aquilo em que acreditam acerrimamente. Que bonito é ver tanta fé! Faz falta esta forma de agir noutros contextos, pessoas que acreditam e defendem até à exaustão aquilo em que creem.

Contrariamente aos vegetarianos, os omnívoros, não falam e nem defendem com a mesma intensidade de paixão as suas escolhas alimentares.

A segunda analogia com a religião é também fácil de perceber, os vegetarianos falam da alimentação com a mesma fé que os religiosos [mas sem origem divina].

Os vegetarianos acreditam que a produção de carne bem como o seu consumo apenas tem desvantagens.
Esta é a sua crença e defendem-na exaustivamente!

Para os vegetarianos, a produção de carne é sinonimo de aumento da produção de gases com efeito de estufa [GEE] e impacte ambiental. Nada de positivo!

Infelizmente, por estarem alheados da ruralidade ou mesmo pelo distanciamento que têm do mundo real, os vegetarianos desconhecem a relevância da atividade em causa [criação de animais] e da importância do alimento resultante [carne, se consumido nas proporções recomendadas na roda dos alimentos] sendo uma das atividades mais antigas e a única que implica ter a mão do homem diariamente, e por isso, garante a fixação de pessoas no interior, já que não se criam animais nos centros das grandes cidades; Ler artigo completo aqui.

Artigo publicado no site AGroportal, consultar aqui.

 

 

 

 

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O MAPA (Movimento Ambiente e Produção Alimentar) é composto por mais de trinta entidades ligadas aos setores da produção agrícola, da criação de animais de consumo, da produção e distribuição agroalimentar.

Um grupo abrangente, que pretende, numa só voz, construir de forma positiva mensagens verdadeiramente esclarecedoras, que ajudem a clarificar ideias pré-concebidas sobre o mundo rural e sobre o seu papel na manutenção, preservação e equilíbrio da natureza, do bem-estar animal e da felicidade na vida quotidiana das pessoas.

 

 

 

  

A FILPORC é a Organização Interprofissional da Fileira da Carne de Porco, representando a produção, transformação e comercialização da carne de porco em Portugal. A APIC, Associação Portuguesa dos Industriais de Carnes, é uma das suas associadas. Site oficial da FILPORC. (https://filporc.pt/en

Só com elevados padrões de bem-estar animal se consegue assegurar uma boa sanidade animal na exploração.

Só com elevados padrões de bem-estar animal, se consegue uma carne de qualidade e segura!

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